Mesmo a trabalhar 10h por dia? Neste vídeo explico-te porquê e como podes resolver.
De uma freelancer que se tornou empresária:
Freelancer,
Eu sei que hoje a vida não é a perfeição que queres que seja.
Muito provavelmente, os teus dias são assim:
Por um lado, agradeces.
Tens clientes, tens trabalho e provas de que sabes o que estás a fazer.
E nem tens de responder a um patrão que quer mandar em ti.
Por outro, vês o resto dos empreendedores no Instagram com o seu work-life balance que te parece inalcançável — e ainda estás a braços com um teto invisível que não consegues ultrapassar, por mais horas que trabalhes.
E quando tentas perceber porquê, a resposta é sempre a mesma: não tenho tempo para mais.
Se é isto que acontece, vou ser sincera: a culpa não é do mercado nem da falta de talento que achas que tens.
É o facto de estares na Roda do Rato e nem te apercebes disso.
E o que tem mais piada ainda é isto: provavelmente saíste de um emprego precisamente para fugir à roda do rato. Só que agora és chefe e único funcionário.
A Roda do Rato do Freelancer tem três sintomas que aparecem sempre juntos:
Quando entraste no mercado, escolheste um valor. Ninguém te ensinou a precificar e ninguém te avisou que ia ficar para sempre se não o mudasses.
O resultado é este: estás com mais experiência, mais resultados, mais responsabilidade — e o mesmo preço de quando eras iniciante.
Cada cliente é uma aventura diferente. Não há um onboarding definido, não há uma forma consistente de recolher informação, não há um sistema de entrega.
Isso significa que gastas horas em WhatsApp e emails a tentar perceber o que o cliente quer. Horas que nunca entram na fatura.
Emails, páginas, redes sociais, estratégia, conteúdo: aceitas tudo porque precisas de faturar.
Mas ao aceitar tudo, não tens espaço para fazer bem o que realmente sabes fazer. E no fim, a exaustão aparece, os clientes não ficam completamente satisfeitos, e tu também não.
Depois de trabalhar com dezenas de copywriters presos neste padrão, identifiquei que o problema tem sempre a mesma raiz. E a solução segue sempre a mesma sequência.
Três pilares que têm de estar construídos na ordem certa para a Roda parar.
Definir com precisão o que vendes, a quem vendes e porque é que te escolhem a ti. Sem isto, estás sempre a improvisar propostas e a competir por preço.
Cobrar o que o teu trabalho realmente vale em vez do que achas que o mercado aceita ou o que o cliente quer pagar. Este pilar, isolado, é responsável pela maioria dos aumentos de faturação que vejo nos primeiros 30 dias.
Construir uma forma consistente de trabalhar (do primeiro contacto à entrega final ou trabalho recorrente) e criar um fluxo previsível de clientes certos. Um processo bem definido pode recuperar entre 5 a 10 horas por semana. E um pipeline sólido significa que nunca mais aceitas um cliente errado por medo de não ter outro.

Fundadora da Escola de Copy, a maior escola de copywriting do país.
Mas antes de ensinar copywriting, fui copywriter. Passei pelo mesmo que tu. Sei muito bem o que é estar a trabalhar sem sistema, a cobrar abaixo do que devia, a dizer sim a tudo com medo de perder clientes.
E sei o que é construir a saída.
O PROfissionalizar nasceu precisamente dessa experiência e dos padrões que identifiquei ao trabalhar com dezenas de copywriters que estavam exatamente onde tu estás agora.
Mentoria para copywriters, gestores de redes sociais e gestores de tráfego que já faturam e querem faturar mais, sem trabalhar o dobro
Nem toda a gente pode entrar. E isto é sagrado.
Há 12 lugares e os 12 devem ser ocupados por pessoas que querem mesmo trabalhar para alcançar objetivos. Metade das pessoas que se candidatam não entram.
Se fores elegível, entras no programa e tens uma sessão comigo, individual, para definirmos o teu plano para o programa.
Vamos definir metas, etapas e um passo a passo para atingir tudo.
Depois dessa sessão, juntas-te aos teus colegas e começas a participar ativamente em tudo o que o PROfissionalizar inclui.
Quando marcas uma chamada comigo, não entras numa conversa de vendas.
É uma sessão de diagnóstico de 20 minutos.
Vou fazer-te algumas perguntas sobre o teu negócio: onde estás agora, o que está a funcionar, o que não está, onde queres chegar. Com base nas tuas respostas, digo-te honestamente se o PROfissionalizar faz sentido para ti neste momento ou não.
Já enviei pessoas embora antes de entrarem (e até antes da entrevista em si). Não porque não fossem boas, mas porque não era o momento certo para elas, e seria desonesto da minha parte aceitar alguém que não ia beneficiar disto.
Se fizer sentido um para o outro, apresento-te o programa em detalhe, os valores e as condições de pagamento.
Sem pressão, gatilhos mentais e essas tretas.
O PROfissionalizar tem um limite de 12 pessoas disponíveis.
Das 12, 5 estão preenchidas.
Mas para além das vagas, há um custo que ninguém calcula: o custo de continuar.
Se estás a cobrar 200€ por um serviço que vale 400€, cada mês que passa é um mês a deixar dinheiro na mesa.
Se tens 5 clientes, são 1.000€/mês que NÃO estás a receber. Não porque o mercado não paga, mas porque nunca atualizaste o preço. Ou não sabes precificar.
Em 12 meses, isso são 12.000€.
A Roda não se resolve sozinha. Os hábitos consolidam-se, os preços baixos criam uma reputação difícil de reverter e cada mês que passa é mais um mês a ganhar menos do que mereces.
Não existe um momento perfeito.
Mas existe a decisão de mudar.
Marca uma chamada. São 20 minutos do teu tempo que podem mudar todo o teu futuro — quer entres ou não.
Se não fizer sentido, nem te deixo entrar. Se fizer, tens a oportunidade de entrar num programa onde no máximo 12 pessoas vão construir um negócio de copywriting a sério.
As vagas são extremamente limitadas: 12.
Quando todas estiverem preenchidas, só podes entrar para lista de espera.